Um poeta não é ninguém
É não ter valor algum
Ver as coisas que estão além
Um ser poeta é bem comum
Gostaria de não ser poeta
E não viver em ébria fantasia
Mas a verdade não passo de um pateta
Junto frases e tento fazer poesia
Meu sonho era não ser poeta
Um tolo que só sabe amar
Eu gostaria de não ser pateta
Não há nada para se festejar
Fazer a ponte entre um coração
É coisa que mal sei fazer
Sou um poeta da enganação
E eu mal sei escrever
Cada um para o que nasceu
Mas ninguém nasce falando
Mas que belo poeta sou eu
Estou apenas enrolando
Um ser poeta é dom divino
Não se ensina o que não se aprende
Eu faço versos e não tenho tino
Escrevo e ninguém os entende
Dos pobres versos que faço
Sem nexo e sem sentido
Não passam de um pedaço
Do meu coração partido
Amar sem limites ou freio
Amar e não ser correspondido
Isto é o que tenho sem receio
Amar a todas e não ser dividido
Ando com esta minha tola mania
De insistir Sentimentos entender
Mas só eu chamo isto de poesia
Mesmo sabendo que ninguém vá ler
Num espaço em falso entre o que não sou
Perduram as frases que não escrevi
Aqueles gestos que meu corpo calou
E todas as histórias de vidas que não vivi
Neste pobre destino meu de escrever
Em você esta a parte que me completa?
Coisas que só o destino pôde saber
Um ser poeta é criatura incompleta
É não ter valor algum
Ver as coisas que estão além
Um ser poeta é bem comum
Gostaria de não ser poeta
E não viver em ébria fantasia
Mas a verdade não passo de um pateta
Junto frases e tento fazer poesia
Meu sonho era não ser poeta
Um tolo que só sabe amar
Eu gostaria de não ser pateta
Não há nada para se festejar
Fazer a ponte entre um coração
É coisa que mal sei fazer
Sou um poeta da enganação
E eu mal sei escrever
Cada um para o que nasceu
Mas ninguém nasce falando
Mas que belo poeta sou eu
Estou apenas enrolando
Um ser poeta é dom divino
Não se ensina o que não se aprende
Eu faço versos e não tenho tino
Escrevo e ninguém os entende
Dos pobres versos que faço
Sem nexo e sem sentido
Não passam de um pedaço
Do meu coração partido
Amar sem limites ou freio
Amar e não ser correspondido
Isto é o que tenho sem receio
Amar a todas e não ser dividido
Ando com esta minha tola mania
De insistir Sentimentos entender
Mas só eu chamo isto de poesia
Mesmo sabendo que ninguém vá ler
Num espaço em falso entre o que não sou
Perduram as frases que não escrevi
Aqueles gestos que meu corpo calou
E todas as histórias de vidas que não vivi
Neste pobre destino meu de escrever
Em você esta a parte que me completa?
Coisas que só o destino pôde saber
Um ser poeta é criatura incompleta
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